As fotos da atriz Carol Castro na Playboy vão suscitar debate religioso. Uma imagem de Carol seminua segurando um terço já provoca reação por parte da Igreja Católica. O padre Juarez de Castro (opa! Não deve ser parente de Carol), secretário de comunicação da Arquidiocese de São Paulo, em entrevista ao jornal Extra, reagiu: “Está na moda falar que essas fotos são um ensaio fotográfico. Na verdade, não passam de um erotismo vulgar.”
Já a atriz, por meio de assessores, argumentou que “não pensou em religião na hora de fazer a foto”. Diz: “Eu estava interpretando a Dona Flor, personagem que inclusive faço no teatro, que é muito religiosa. O Bob (Wolfenson, fotógrafo) inclusive me perguntou se eu conseguiria chorar e eu, realmente, chorei. Estava seguindo uma orientação de interpretação. Não quis ofender ninguém e nem criar polêmica. Se o fiz, peço desculpas.”
Como não existe o verbete desimprimir, a revista chega às bancas capaz de provocar as mais controversas reações de católicos, protestantes e leigos sobre as imagens eróticas de Carol. A publicidade neste momento deve produzir uma vendagem bem maior do que aquela que ocorreria se não houvesse a polêmica.




